terça-feira, 31 de agosto de 2010

Resumo do Cap. 16 de história


Resumo do Cap. 16 – Resistência e definição do território da América Portuguesa
Livro: História Geral e do Brasil
De: José Alves de Freitas Neto
Célio Ricardo Tasinafo



Com a morte do monarca português D. Sebastião em 1578, sem herdeiros diretos, uma crise sucessória se abriu no país culminando com a União Ibérica em 1580, ou seja, os dois reinos ibéricos passaram a ser governados pelo monarca espanhol.

O Segundo o governador geral do Brasil, Duarte da Costa, tomou posse do cargo em julho de 1553. Embora com os mesmos objetivos de Tomé de Souza, Duarte da Costa mostrava pouca habilidade para negociar com os colonos. Teve vários problemas em sua administração, que culminaram com o descontentamento geral da população.  Foi acusado de tolerar e até mesmo de inocentar o filho de aplicar os “métodos mais tirânicos” para aumentar a arrecadação de impostos na Bahia.
Em 1556, os “homens bons” de Salvador solicitaram oficialmente ao rei, "em nome de todo o povo, pelas chagas de Cristo”, que um novo governador assumisse a direção do Estado do Brasil, pois “para penitência dos pecados já bastava tanto tempo” da administração “viciosa” de Duarte da Costa.
Aproveitando da situação, em novembro de 1555, o francês Villegaignon ocupou a região da baía de Guanabara com o objetivo de fundar uma colônia, a França Antártica, onde a liberdade de culto estivesse assegurada para praticantes daquela região. A expulsão definitiva dos franceses só ocorreu em 1567, quando tropas comandadas por Mem de Sá (terceiro Governador Geral).

Invasão francesa

França Antártica: localizados em Cabo Frios (RJ) e Bertioga (SP) com o apoio e proteção dos índios Tamoios. Foram expulsos por um acordo de paz em 1563 (boa parte dos franceses) e em 1567 foram totalmente dominados pelos portugueses.

França Equinocial: Dominação em São Luiz (Ma) – foram expulsos em 1615.




UNIÃO IBÉRICA (DURA 60 ANOS)

Com a morte de D. Sebastião (1578), rei de Portugal  como não tinha herdeiro assumiu o trono o rei espanhol D. Henrique, tio de Sebastião, mas morreu em 1580, assumindo logo em seguida Felipe II. O reino de Portugal e suas possessões ficaram submetidos ao governo da Espanha.

As medidas espanholas no Brasil

·         Excluíram os holandeses do comércio do açúcar
·         Expulsaram os holandeses do Brasil

Ações holandesas no Brasil

·         Fundaram a Companhia das Índias Ocidentais, que tinha como objetivo se apoderar do açúcar do Brasil.
·         1624 - invadiram a cidade de Salvador, mas foram combatidos e expulsos pelos espanhóis.
·         1630 – desembarcaram em Olinda (PE).
·         Maurício de Nassau veio ao Brasil com a missão de conquistar o apoio dos produtores de açúcar.

Maurício de Nassau

·         Ficou por sete anos no Brasil
·         Forneceu empréstimos aos senhores de engenho
·         Baixos juros
·         Tolerância religiosa
·         Participação política dos colonos (luso-brasileiros)
·         Trouxe artistas e cientistas
·         Ia criar a universidade, mas foi expulso antes de concluir a obra.

           
A União Ibérica passou a causar enormes prejuízos à burguesia ultramarina, já que as colônias portuguesas se tornaram alvo dos então principais inimigos dos espanhóis: HOLANDESES.

Em 1640 com o fim da União Ibérica foi holandeses mais uma vez são obrigados a deixar o Brasil. Portugal voltou a ser governada pela família de Bragança.



Insurreição Pernambucana

Em 1644 – os holandeses que ainda se aventuravam em permanecer no Brasil passaram a cobrar seus empréstimos, aumentaram os juros e confiscavam as propriedades dos inadimplentes. Os Senhores de engenhos, escravos, camadas populares se uniram contra os holandeses. Foram dez anos de lutas. Em 1654, os holandeses foram definitivamente vencidos.

Declínio do açúcar brasileiro

Os holandeses passaram a produzir um açúcar de melhor qualidade, refinado e de tonalidade mais clara e com o preço abaixo do açúcar brasileiro, consequentemente o açúcar brasileiro passou a ser menos consumido no mercado europeu.

Fatores que contribuíram para a expansão territorial brasileira:

1.    Gado, não podendo conviver no mesmo domínio da cana-de-açúcar foram expulsos para o interior do nordeste. Mão de obra utilizada: mestiços, vaqueiros, índios livres e em algumas fazendas pouquíssimas negros, trabalhavam no sistema de parcerias. Eram necessárias terras abundantes e planas, próximas aos rios.
2.    Bandeiras: que tinham como objetivo encontrar metais preciosos e índios para escravizá-los. Principal ponto de partida foi a Capitania de São Vicente, onde a lavoura estava em declínio.  
3.    As missões jesuíticas: fundaram escolas, hospitais, catequizaram os índios... Com as missões os índios aprenderam a construir casas, plantar. Algumas tradições indígenas foram preservadas tais como: cantigas, músicas, danças e instrumentos musicais... O catolicismo foi ensinado como a religião única e obrigatória.
4.    Drogas do Sertão (cacau, cravo, guaraná, canela, castanha-do-pará...). A exploração econômica foi organizada pelos jesuítas. Essa região era muito cobiçada por ingleses, franceses e holandeses.


Outras atividades econômicas na Colônia

Fumo, algodão, mandioca, cachaça e rapadura.
A cachaça e a rapadura foram utilizadas como moeda no tráfico negreiro.

Tratado de Madri
Portugal entregava a Colônia de Sacramento à Espanha, e as Sete Missões a Portugal.

sábado, 28 de agosto de 2010

Resumo dos Cap. 10 de sociologia - COMO SURGIU O ESTADO MODERNO

RESUMO DO CAPÍTULO 10 – COMO SURGIU O ESTADO MODERNO


Livro: Sociologia para o Ensino Médio

De: Nelson Dacio Tomazi

O Estado Moderno surgiu com a desintegração da sociedade feudal.

Para formar um Estado moderno era necessário:

• Exército

• Estrutura política

• Cobrança de impostos

• Corpo burocrático

O Estado Absolutista foi implantado primeiro em Portugal, mas foi na França que atingiu o ápice através de Luiz XIV – “O Estado sou Eu!”



O Estado Liberal

Ideia era a soberania do povo. “ Todo poder emana do povo, que exerce por meio de representantes eleitos...”

De acordo com o Estado Liberal, o Estado não deve intervir nas atividades econômicas. “Deixai fazer, deixai passar” (laissez-fazire, laisses-passer).

O Estado Nacional

Fascismo: Itália e o líder foi Mussolini.

Nazismo: Alemanha e líder foi Hitler

O líder era a autoridade máxima, não existia qualquer critica e oposição ao governo.

O Estado do bem-estar social (capitalistas)

Tinha como característica básica a intervenção do Estado na economia, teoricamente é responsável pelo o bem-estar da população.

Com base nesse conceito, os capitalistas modernos propunham moradia digna, educação básica pública, assistência à saúde, transporte, lazer, trabalho..



O Estado Neoliberal



Enfrenta o avanço das multinacionais, desempregos e greves.

Passou a defender o Estado mínimo, pouquíssima intervenção do Estado sobre a economia.

Surge a concorrência entre as empresas, privatização as estatais e o poder de consumo como forma de realização pessoal.

sábado, 31 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Resumo do cap. 15 de história

Resumo do capítulo 15
América Portuguesa a partir de meados do século XVI – terra do açúcar

Livro: História Geral e do Brasil
De: José Alves de Freitas Neto
Célio Ricardo Tasinafo


Por que produzir açúcar?

• Condições naturais favorável (clima quente, solo massapé)

• Experiência no cultivo da cana na Ilha da Madeira

• Lucros

• Ajuda financeira dos holandês

Estrutura dos Engenhos

• Latifúndios

• Casa grande (sem luxo, moradia do senhor e administração)

• Senzala

• Casa de moenda – local onde a cana era moída

• Casa de caldeira – local onde era feito o melaço

• Casa de purgar – onde o açúcar virava grãos.

• Casa de caixas – onde o açúcar era encaixotado.

• Capela


Mão de obra:

• Escrava indígena (por um período)

• Escrava africana – onde tornaram-se a base das atividades econômicas.

• Trabalho livre – eram técnicos ligados a moagem e produção de açúcar.

Características da sociedade açucareira:

• escravocrata

• latifundiária

• monocultora

• patriarcal

• sem mobilidade social

Resumo do cap. 14 de história

Resumo do capítulo 14
Os primeiros tempos da América Portuguesa

Livro: História Geral e do Brasil
De: José Alves de Freitas Neto
Célio Ricardo Tasinafo



Os habitantes da América portuguesa
A carta de Caminha revela que o contato entre “as gentes” de Santa Cruz e os integrantes da esquadra de Cabral oi bastante amistoso, sem hostilidades de qualquer natureza. Para eles os índios “não tinham nenhuma crença, não lavravam, nem criavam animais”.

Alguns desses índios praticavam atos de canibalismo ou antropofagia. Existia dois tipos de antropofagia:

Exocanibalismo: comum entre os tupis. Faziam festins canibalescos, onde a vitima (prisioneiro) era conduzido à aldeia, onde mais tarde, encontraria a morte em ritual marcado pela vingança e por demonstração de coragem.

Endocanibalismo: praticados entre os tapuias no nordeste. Este ato não se pauta na vingança contra inimigo,mas na ingestão da carne dos amigos ou parentes já mortos. Era um ato de amor as mães devorarem seus filhos.

Pau-brasil

Fundaram várias feitorias ( guarnições rústicas, onde 10 a 20 homens serviam de elo entre os comerciantes, que vinham buscar s toras, e os índios, que representavam a mão-de-obra utilizada na extração e transporte da madeira).

Escambo: era um tipo de troca entre os índios e os europeus. Os índios recebiam pelo seu trabalho, facas, ferramentas, foices etc.

Ocupando as terras
Causas:

• Decadência dos lucros com as especiarias

• Presença estrangeira nas terras portuguesas na América.

1ª. Expedição:

1530 – Martim Afonso de Souza: tinha como objetivo:

 Expulsar os franceses

 Doar terras

 Nomear tabeliões e oficiais de justiça

 Introduzir a administração portuguesa

 Fundou a primeira vila – São Vicente

Portugal não querendo investir seus recursos econômicos no Brasil, resolveu transferir essa tarefa para a iniciativa privada.

D. João III ordenou a divisão do território em 15 capitanias e as entregou a um donatário.


Capitanias hereditárias

Suas características:

• Carta de doação: dava ao donatário a posse hereditária da capitania.

• Carta foral: estabelecia os direitos e deveres dos donatários.

Direitos e deveres dos donatários:

• Distribuir sesmarias (doar terras para o cultivo)

• Autoridade judicial e administrativa

• Escravizar os índios

• Recebia 5% dos lucros do pau-brasil.

• 10% dos lucros eram para Portugal.

• 20% do lucro do ouro para Portugal.

Causas da decadência;

• Toda a despesas era por cota do donatário

• Não existia retorno para tanto trabalho

• Os índios eram ‘violentos”

• Nem todas as capitanias tinha terras produtivas

As capitanias que deram certo:

• São Vicente, Porto Seguro, Ilhéus Pernambuco e santos.

Devido ao fracasso das capitanias hereditárias a Coroa Portuguesa criou as Câmaras Municipais.


As Câmaras Municipais: eram encarregadas da administração local, foram sendo estruturadas paralelamente à formação das vilas.

Função:

• Controladas pelos homens bons

• Abastecimento, tributos e execução das leis

• Construíam povoados

• Perseguiam índios

• 1º. Governador Geral – Tomé de Souza

segunda-feira, 26 de julho de 2010

domingo, 25 de julho de 2010

ATUALIDADE - Materia sobre desigualdade -retirado do G1 - globo

ATUALIDADE - EXTRA CURRICULAR


Índice de desigualdade do Brasil

Brasil tem 3º pior índice de desigualdade no mundo

O Brasil tem o terceiro pior índice de desigualdade no mundo e, apesar do aumento dos gastos sociais nos últimos dez anos, apresenta uma baixa mobilidade social e educacional entre gerações. Os dados estão no primeiro relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre América Latina e Caribe.
Segundo o estudo, a região é a mais desigual do mundo. "A desigualdade de rendimentos, educação, saúde e outros indicadores persiste de uma geração à outra, e se apresenta num contexto de baixa mobilidade socioeconômica", diz o estudo do órgão da ONU, concluído neste mês.
Entre os 15 países com maior diferença de renda entre ricos e pobres, dez estão na América Latina e Caribe. Na região, o Brasil empata com Equador e só perde para Bolívia e Haiti em relação à pior distribuição de renda.
Quando outros continentes são incluídos, a Bolívia ganha a companhia de Madagáscar e Camarões no primeiro lugar, e o Haiti tem ao seu lado, na segunda posição, Tailândia e África do Sul. Para o PNUD, esses países apresentam índices "muito altos" de desigualdade.

Prejudicados
Os dados apontam ainda que as mulheres e as populações indígena e afrodescendente são as mais prejudicadas pela desigualdade social na região. No Brasil, por exemplo, apenas 5,1% dos descendentes de europeus vivem com menos de 1 US$ por dia. O porcentual sobe para 10,6% em relação a índios e afros. O PNUD lembra que os acessos à infraestrutura, saúde e educação poderiam alterar esse cenário.
O relatório do órgão da ONU destaca ainda que a maior dificuldade na América Latina é impedir que desigualdade social persista no decorrer de novas gerações. "A desigualdade reproduz desigualdade, tanto por razões econômicas, como de economia política", segundo um trecho do documento.
Esses números não são nada positivos para o Brasil. Cerca de 58% da população brasileira mantém o mesmo status social de pobreza entre duas gerações, enquanto no Canadá e nos países nórdicos, por exemplo, esse índice é de 19%.

Escolaridade
Segundo o estudo da ONU, é baixo também o crescimento do nível de escolaridade entre pai e filho. E esse resultado é influenciado pelo patamar educacional da geração anterior. No Brasil, essa influência chega a ser de 55%, enquanto nos EUA esse porcentual é de 21%.
O Brasil, nesse quesito, perde para países como Paraguai, Panamá, Uruguai e Jamaica. O estudo do PNUD destaca que acesso a bens e serviços públicos podem ajudar a aumentar essa mobilidade educacional.
A evolução do gasto público social é destacada pelo órgão da ONU. Segundo o estudo, esse tipo de despesa gira em torno de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na região. Entre 2001 e 2007, o gasto por habitante aumentou 30%, de acordo com o relatório, sendo que a maior parte concentrou-se em segurança e assistência social.
"É possível afirmar que os países da América Latina e Caribe realizaram um importante esforço para melhorar a incidência do gasto social", diz a conclusão do estudo.


( Fonte: Globo –G1 – net: 23/07/2010 20h28 - Atualizado em 23/07/2010 20h28)

Resumo do cap. 09 de sociologia

AS DESIGUALDADES SOCIAIS NO BRASIL

Livro: Sociologia para o ensino médio

De: Nelson Dacio Tomazi



Analisando as desigualdades sociais no Brasil percebe-se que, com a chegada dos portugueses elas se instalaram aqui e ficaram. Principais vítimas dessa desigualdade foram os índios e os negros.

No início do século XIX com a vinda dos imigrantes europeus para a lavoura cafeeira, muitos vieram em busca de trabalho e riquezas, com toda a família, mas encontraram foi muito trabalho e alguns sem remuneração.

A medida que a sociedade se desenvolve e surge a indústria e se urbaniza cria-se uma nova classe, o proletariado. Forma-se ainda outras atividades como: comerciantes, banqueiros, operários da construção civil, empregados domésticos, vendedores e ambulantes.

Atualmente com o avanço da tecnologia surge um novo problema, a desqualificação profissional, contribuindo para a desigualdade social, a fome e o desemprego.

Pensamentos de alguns cientistas sociais



Márcia Anita Sprandel
Livro: A pobreza no paraíso tropical.
Afirmava-se que o brasileiro era preguiçoso, indolente, supersticioso e ignorante porque a natureza tudo dava: frutos, plantas, solo fértil...Era fácil produzir qualquer coisa que não havia necessidade de trabalhar.

Nino Rodrigues, Euclides da Cunha, Silvio Romero e Capistrano de Abreu.
A desigualdade social estava vinculada a raça e a mestiçagem.
Consideravam que os mestiços demonstravam a “degeneração e a falência da nação” ou que eram “decaídos, sem energia física dos ascendentes selvagens, sem a altitude intelectual dos ancestrais superiores”.

Joaquim Nabuco
Afirmava que, graças à raça negra surgiu um povo no Brasil, mas que a escravidão e o latifúndio gerou verdadeiras “colônias penais” no interior. Os latifundiários tratavam seus agregados e seus dependentes a miséria e ignorância.

Manoel Bonfim
Viu no sertão nordestino uma “terra de heróis”. Dizia que as populações do interior tinham muita força, cordialidade e uma capacidade de atuar coletivamente, seja por meios de técnicas coletivas de trabalho, seja pelo uso comum de suas posses.

Lilian Schwarcz
Livro: O espetáculo das raças
A pobreza é um dos elementos essenciais para o destino da nação brasileira. As classes baixas constituíram-se de pessoas que normalmente, nas cidades, eram consideradas perigosas e no interior, apáticas, doentes e tristes.
Fome e Coronelismo

A partir da década de 1940 a desigualdade social estava baseada no latifúndio, monocultura e subdesenvolvimento.

De acordo com:
Josué de Castro: defensor da educação e a reforma agrária como elementos essenciais para desenvolver o problema da fome no Brasil.

Victor Nunes Leal: o coronel que era o latifundiário, mantinha na penúria os trabalhadores rurais e sem educação.

Medidas do governo para combater a desigualdade social no Brasil
1. Fome Zero
2. Bolsa Família
3. Bolsa Gás



EXTRA:



Brasil tem 3º pior índice de desigualdade no mundo

O Brasil tem o terceiro pior índice de desigualdade no mundo e, apesar do aumento dos gastos sociais nos últimos dez anos, apresenta uma baixa mobilidade social e educacional entre gerações. Os dados estão no primeiro relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre América Latina e Caribe.

( Fonte: Globo –G1 – net: 23/07/2010 20h28 - Atualizado em 23/07/2010 20h28)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

gabarito do td e livro - historia

GABARITO DE HISTÓRIA – TD

QUES   CAP. 1O   CAP. 11   CAP. 12    CAP. 13
 05              A               E              E               
 06              E               C              E                B
 07              B               C              B                E
 08              C               C              C               D



GABARITO DO LIVRO
QUESTÕES DE VESTIBULARES


QUES    CAP. 10        CAP. 11            CAP. 12
   01           A                     A                          A
   02           C                     D                          B
   03           A                                               V V
   04                                  D                          D
   05           C                V V V F            
   06                                  D                    F V F V V
   07           B                      A                          D
   08           C                      D                          C
   09       F F F F                                               B
   10      V V V F                 E                           B
   11                                     B                          C
   12                                     D                          C
   13                                     B                          A

Gabarito do TD para T-2 - 2a. etapa - sociologia

GABARITO DO TD DE SOLCIOLOGIA

CAP. 07 – Estrutura e estratificação social

01.o sistema de castas caracteriza-se por relações muito estanques, isto é, quem nasce numa casta não tem como sair dela passar para outra. Não há, portanto, mobilidade nesse sistema. Numa sociedade de estamentos, a condição dos indivíduos e dos grupos em relação ao poder e à participação na riqueza produzida pela sociedade não é somente uma questão de fato, mas também de direito.

02. a população crescia mais que os meios de subsistências, afirmava-se que toda assistência social aos pobres era repudiável, uma vez que os estimularia a ter mais filhos, aumentando assim sua miséria.

03. um pobre na consciência social da época e na realidade das relações sociais, valia dezesseis vezes um pobre que não era nobre, porque as necessidades de um nobre pobre eram completamente diferentes das necessidades sociais de u pobre apenas pobre.

04 – C

05 – B



CAP. 08 – SOCIEDADE CAPITALISTA E AS CLASSES SOCIAIS

01. a) Livre na colônia brasileira: mascate e senhor de engenho.

b) trabalhar como escravo e a educação religiosa.

02. Estratificação: Estratificação econômica: baseada na posse de bens materiais, fazendo com que haja pessoas ricas, pobres e em situação intermediária;

A mobilidade social é um campo de estudo da sociologia bastante usado para a compreensão das formas pelas quais os diferentes grupos humanos diferenciam os integrantes de uma mesma cultura. De forma mais específica, a mobilidade tem a importante função de pensar as vias e possibilidades de troca, ascensão ou rebaixamento que um determinado indivíduo possui no meio em que estabelece suas relações.

03. Estratificação política: baseada na situação de mando na sociedade (grupos que têm e grupos que não têm poder);

Estratificação profissional: baseada nos diferentes graus de importância atribuídos a cada profissional pela sociedade. Por exemplo, em nossa sociedade valorizamos muito mais a profissão de advogado do que a profissão de pedreiro.

A estratificação social é a separação da sociedade em grupos de indivíduos que apresentam características parecidas, como por exemplo: negros, brancos, católicos, protestantes, homem, mulher, pobres, ricos, etc.

A estratificação é fruto das desigualdades sociais, ou seja, existe estratificação porque existem desigualdades.

04. E

05. B

terça-feira, 15 de junho de 2010

Resumo do Cap. 08 de sociologia

RESUMO DO CAP. 08 DE SOCIOLOGIA

A sociedade capitalista e as classes sociais


Sociologicamente falando classe é uma estrutura da sociedade capitalista com base na classificação ou hierarquização dos grupos sociais.

Outros fatores de distinção e diferenciação, como a religião, a honra, a ocupação e a hereditariedade, apesar de existirem, não possuem a força que tem nos sistemas de castas e de estamentos.

Existem duas maneiras de mobilidade social na sociedade capitalista:

1. processo de produção- (proprietários de terras, burguesia...)

2. capacidade de consumo ( classe média, baixa... ou A,B,C,D e E.

A mobilidade na sociedade capitalista é maior do que nas divididas em castas ou estamentos, mas não é tão ampla quanto parece. As barreiras para a ascensão social não são escritas nem são declaradas abertamente, mas estão dissimuladas nas formas de convivência social.

Nas sociedades divididas em castas ou estamentos, os indivíduos nascem desiguais e assim vivem. Na sociedade capitalista, a desigualdade é construtiva, mas há um discurso de acordo com o qual todos têm as mesmas oportunidades e, mais ainda, pelo trabalho podem prosperar e enriquecer.

Segundo Karl Marx

1. A burguesia, que personifica o capital, e o proletariado, que vive do trabalho assalariado. Elas são contraditórias, mas também complementares, pois não pode existir sem que a outra exista.

2. É necessário analisar historicamente cada sociedade e perceber como as classes se constituíram no processo de produção da vida social – material e espiritual.

3. Assim a questão das desigualdades entre as classes não é algo teórico, criação de alguns autores, mas algo real, que se expressa no cotidiano. A luta de classes é fundamental no pensamento marxista, pois nela está a chave para se compreender a vida social contemporânea e transformá-la.

Segundo Max Weber

A estratificação da sociedade:

1. econômica: quantidade de riqueza (posse e renda);

2. social: status ou prestígio (profissão);

3. política: quantidade de poder ( cargos políticos)

Resumindo: muitas pessoas podem ter renda e posses, mas não prestigio nem status, nem posição de dominação.

Weber não vê a luta de classes como o motor da história, mas como uma das manifestações para a manutenção de poder, renda e prestígio em uma situação histórica especifica.

Kingsley Davis e Wilbert

O capitalismo só é dinâmico porque é desigual, e todas as políticas que propõem a igualdade de condições levam os indivíduos a não lutar por melhores posições, reduzindo a competição entre eles.

Sobre exclusões e inclusão – segundo José de Souza Martins

Orientação transformadora: quando militantes alguns grupo como professores, metalúrgicos... dizem-se excluídos, esse termo não está correto porque o trabalhador está incluído no sistema, só que em condições precárias.

Orientação Conservadora: é uma proposta conformista justamente porque aceita as condições existentes como um fato consumado e não coloca em questão a possibilidade de integração dos excluídos.





Resumo do livro: Sociologia para o ensino médio

De: Nelson Dacio Tomazi

1ª. Edição, SP - 2007


domingo, 30 de maio de 2010

Cap. 13 História

RESUMO CAP. 13

POVOS PRÉ-COLOMBIANOS E A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA



Antes da chegada dos espanhóis e do estabelecimento de suas práticas coloniais no território que passou a ser chamado de América. Existiam muitos povos com culturas e organizações diferenciadas. Esse povo foi chamado de pré-colombianos. Tinham suas próprias organizações sociais, cultura, religiosidade e hierarquias.

O predomínio militar espanhol e a dizimação de milhares indígenas constituíram o ponto mais importante das conquistas européias.

Os Maias, Astecas e Incas

A civilização Maia, desenvolveu-se na América Central, alcançou seu apogeu no século VII. A economia baseava-se principalmente no cultivo do milho, feijão e batata doce. Na época da chegada dos colonizadores os maias já estavam decadentes, à beira do esfacelamento. Não se sabe o que levou a essa desintegração: seca prolongada falta de alimentos, rivalidade entre as tribos.



Civilização Asteca, desenvolveu-se a partir do século XII no atual México. A economia baseava-se na produção de milho, feijão, cacau, algodão, tomate e tabaco. Hernán Cortez foi o responsável pela grande massa de destruição que assolou os astecas.



Civilização Inca desenvolveu-se nas regiões que correspondem ao Peru, Equador, Bolívia e Chile. A economia baseava-se no cultivo do milho, batata e tabaco. Francisco Pizarro conseguiu invadir a capital inca e desestabilizou todo o Império.



Outras formas de dizimação da população ameríndia, e nem todos resultaram de ações diretas dos espanhóis, tendo sido causadas indiretamente, como a transmissão de doenças e a propagação de epidemias. Entre as doenças como: varíola, malárias, sarampo e a gripe. Os índios eram vulneráveis às doenças transmitidas pelos europeus.



Administração espanhola

Capitulações: instrumentos que ortogavam o direito de explorar as terras, colocando os custos sob responsabilidade dos aventureiros, mas que também concedia autonomia às iniciativas privadas, como a única restrição os metais preciosos encontrados, nos quais o quinto deveria ser entregue à coroa.

Encomienda: constituía-se na repartição e atribuição de terras e índios a um colono. Os nativos forneciam a mão-de-obra e pagavam um tributo aos encomendeiros enquanto estes eram responsáveis pelos indígenas e o dever de cristianizá-los, o que justificava a necessidade de um clérigo nas proximidades.

Resumo do Cap. 12

RESUMO DO CAPÍTULO 12

NAVEGAÇÕES DE DESCOBRIMENTO



Para participar do comércio oriental, os comerciantes portugueses tinham de romper o monopólio dos genoveses e venezianos, buscando o contato direto com o Oriente. Como o tráfego comercial era controlado pelos italianos, restava aos portugueses uma alternativa para chegar ao mercado oriental, encontrar um novo caminho pelo oceano Atlântico, tendo como base projetos de alguns navegadores da época.

Os interesses que levam Portugal a buscarem a expansão marítima

1. Necessidade de novos mercados

2. Falta de metais preciosos

3. Interesses dos Estados Nacionais

4. Propagação da fé cristã

5. Ambição material

6. Processo tecnológico



O pioneirismo português

1. Centralização administrativa

2. mercantilismo

3. ausência de guerra

4. posição geográfica

5. escola de sagres

Vamos entender



Bula Inter coetera: assinada pelo Papa Alexandre VI (espanhol), decretou que as terras localizadas até 100 léguas a oeste das ilhas do Cabo Verde pertenceriam a Portugal. As terras que ultrapassassem essa distância pertenceriam à Espanha.

Tratado de Tordesilhas: (1494) ampliou a distância das terras localizadas até 370 léguas a oeste das ilhas do Cabo Verde pertenceriam a Portugal. As terras que ultrapassassem essa distância pertenceriam à Espanha.



CRONOLOGIA DA EXPANSÃO PORTUGUESA



1419 – chegada na Ilha da Madeira

1431 – reconhecimento do arquipélago dos Açores

1434 – Gil Eanes ultrapassa o Cabo do Bojador

1482 – Diogo Cão descobre o Zaire

1488 – Bartolomeu Dias atinge o Cabo sul-africano (Tormentas)

1498 – Vasco da Gama chega a Calicute, na África.

1500 – Cabral Oficializou o descobrimento do Brasil.




1492 – Cristovão Colombo chega as Ámericas.

Sugestão de filmes
1492 - A Conquista do Paraíso
RESUMO DO CAPÍTULO 11

O poder das monarquias e o Antigo Regime



Características do antigo regime:

1. absolutismo – o poder concentrado nas mãos do rei.

2. mercantilismo – o conjunto de práticas econômicas marcadas pelo controle do Estado.

3. sociedade estamental – mobilidade restrita, sendo a posição social definida pelo nascimento.



O que é necessário para formar um Estado Nacional

1. direito romano e alteração jurídica

2. exército

3. sistema fiscal e burocrático

4. relações comerciais

5. diplomacia



Formação dos Estados Nacionais

França – a guerra dos 100 anos foi fundamental.

Política dos Cardeais: a consolidação do absolutismo francês foi obra política desenvolvida pelos dois altos membros do clero católico: Cardeal Richelieu e Mazarino.

Richelieu: primeiro ministro de Luiz XIII. Na política Rochelieu buscou submeter à nobreza e a burguesia ao poder real, fortalecendo assim o poder o Rei.

Mazarino: sucedeu Richelieu, governou no período da minoridade de Luiz XIV

Governo de Luiz XIV – apogeu do absolutismo francês – “O Estado sou Eu” submeteu totalmente a nobreza e a burguesia e tratava seus ministros como simples funcionários e fiscalizava pessoalmente todos os negócios de estados.

Inglaterra – após a guerra das duas rosas fortaleceu seu poder.

Espanha – após a guerra da reconquistas.

Portugal – depois da revolução de Avis e teve o apoio da burguesia que financiou as grandes navegações.



Principais teóricos do absolutismo

Jean Bodin – a soberania era a alma de um Estado, era através dela que se justificava e se impunha a coesão política. A soberania era vista como perpetua e absoluta.

Thomas Hobbes – o homem é mau, por natureza. Era necessário que os homens renunciassem às suas vontades para atender as vontades de um só soberano.

Jacques Bossuet – Teoria do Direito Divino. O rei era um representante de Deus na terra, por isso, ninguém era louco de contestar sua vontade. Justificavam a maldade do rei pelo o pecado do povo, então restava o povo a rezar.

Maquiavel – os fins justificam os meios. Se fosse necessário matar, roubar, corromper para manter o poder soberano não tinha problema.



Mercantilismo

Sistema político-econômico dominante de meados do século XV ao século XVIII.

São características do mercantilismo:

1. Metalismo – a riqueza de um Estado era mensurada pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata), aumentar a quantidade de metais era um dos objetivos fundamentais do mercantilismo.

2. Balança Comercial Favorável – as exportações deveriam superar as importações, promovendo o enriquecimento do Estado.

3. Protecionismo – incentivar a produção de artigos que pudessem concorrer com os produtos estrangeiros. Proteção dos produtos nacionais.

4. Intervenção Estatal – intervenção na fixação de tarifas alfandegárias, no estímulo às empresas manufatureiras e ao industrialismo, no controle sobre os preços e sobre a quantidade de mercadorias.

5. Monopólios – controle dos mercados.

Resumo do Cap. 10 de História - T2 DA 4a. ETAPA

RESUMO DO CAPÍTULO 10

REFORMA RELIGIOSA



Várias transformações históricas ocorreram nos séculos XV e XVI que podem ser associadas à Reforma. Entre elas: tipografia, a corrente filosófica de Santo Agostinho (afirmava que a salvação do homem era alcançada, sobretudo pela fé) e Santo Tomás de Aquino (a fé e as boas obras conduzem a salvação eterna).

Crise no comportamento da Igreja, como a simonia (comércio de relíquias sagradas, em geral falsas) e as indulgências (venda do perdão dos pecados), a usura e o lucro excessivo e defendia o preço justo, isso deixava a burguesias descontente.



Reforma Luterana

Martinho Lutero ingressou na ordem agostiniana, que seguem as idéias de Santo Agostinho. Quando o Papa Leão X autorizou a concessão de indulgências aos fiéis que contribuíssem financeiramente com a obra. Escandalizado com a atitude do Papa, Lutero afixou na porta da igreja Wittenberg um manifesto público conhecido como as 95 teses. Dessas teses podemos citar:

- indulgências; simonia, as imagens etc.

Lutero foi excomungado em 1520 e queimou em praça pública a bula Exsurge domine.

A doutrina luterana pregava: a fé cristã como único caminho para a salvação eterna, a bíblia como a única fonte de fé, livre entendimento da bíblia.



Reforma Calvinista

João Calvino, aderindo às idéias de Lutero foi considerado herege e perseguido pelas autoridades católicas francesas. Em 1534, fugiu para Suíça, onde o movimento reformista já se desenvolvia.

Teoria de Calvino ficou conhecida como a Predestinação Divina, isto é, o homem estava predestinado a merecer o céu e o inferno, explicava que algumas pessoas haviam sido “eleitas” por Deus para serem salvas. Calvino governou a cidade de Suíça de Genebra, submetendo um poder teocrático, mesclava política com religião. Lutero condenava: jogo, culto as imagens de santos, danças, e uso de roupas luxuosas e jóias. A prosperidade econômica era sinal da salvação predestinada. As idéias de Calvino iam ao encontro dos interesses da burguesia.



Igreja Anglicana

Henrique VIII, rei da Inglaterra em 1509 a 1547, foi um aliado fiel ao Papa recebendo o título de “defensor da fé”. Entretanto alguns fatores o fizeram a se rebelar com a igreja católica e criou a sua própria igreja, a Anglicana.

Os principais motivos da ruptura:

- poder político, queria reduzir o controle do papa sobre a Inglaterra, terras da igreja que todos desejavam, e o pedido de anulação de seu casamento com Catarina de Aragão para casar-se com Ana Bolena.

Diante da recusa do Papa na anulação de seu casamento, o rei consegue que o alto clero e o parlamento reconheçam seu divórcio e foi concedido o ATO DE SUPREMACIA, pelo qual Henrique tornava-se chefe supremo da Igreja da Inglaterra.



CONTRA REFORMA



A reorganização da igreja católica foi liderada pelos Papas Paulo III, Paulo IV, Pio V e Sisto V.

Companhia de Jesus – fundada por Inácio de Loiola, militar e religioso. Os jesuítas foram considerados os soldados da igreja. Tinha como missão combater o protestantismo, divulgar a igreja católica nos novos continentes recém descobertos pelos europeus.

Concílio de Trento - formularam um conjunto de decisões que procuraram garantir a unidade da fé católica, entre elas: reafirmaram os setes sacramentos, infalibilidade do Papa e ao clero a interpretação correta da bíblia, a salvação pela fé e boas obras, dogmas religiosos (verdades de fé) e a presença de Cristo na Eucaristia.

Tribunal da Santa Inquisição – investigar e punir os crimes contra a igreja católica.

Lista Índex – lista de livros proibidos pela igreja.


SUGESTÃO DE FILMES:
 A Outra - assunto: Igreja Anglicana
Lutero - assunto: reforma protstante
Fotloose (rritmo louco) - sociedade calvinista

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Gabarito do TD de sociologia para o T-1 - 2a. etapa

GABARITO DO TD DE SOCIOLOGIA


PARA T-1 – 2ª. ETAPA



Cap. 05 – O trabalho na sociedade moderna capitalista


01. Tribal – a divisão do trabalho era por sexo e idade.

Formação das cidades: o trabalho era agrário e pastoreio. Depois com o devido aumento da migração para as cidades, a maior massa de trabalhadores está no setor comercial.


02. Solidariedade mecânica: sociedades menos complexas, ligados as crenças e costumes. Ex: tribo do Xingu.

Solidariedade orgânica: fruto da diversidade entre indivíduos e não existe identidades nas crenças e ações. Ex: setor de produção de uma fábrica.


03. Flexibilização dos processos de trabalho: eliminação do controle manual por parte do trabalhador. Deve esta disponível em várias funções.

Flexibilização e mobilidade de mercado de trabalho: utilização de diversas formas de trabalho: doméstico e familiar; autônoma e temporário (geralmente possuem um baixo nível de escolarização).

04 – D

05 – E



Cap. 06 – A Questão do trabalho no Brasil.



01. O desprezo pelo trabalho manual e pelas atividades rurais. A maioria da população vivia na zona rural.

02. Questão pessoal.

03. O lixo reciclável – sendo bem utilizado gera empregos, evita acúmulos de lixo nas ruas. É um trabalho de suma importância para a sociedade e não devemos ignorá-los e sim ajudá-los fazendo coleta seletiva do lixo.

04. C

05. D

sexta-feira, 14 de maio de 2010

M.A. DE SOCIOLOGIA - 1o. ANO

M.A DE SOCIOLOGIA PARA 2º BIMESTRE


DATA DE APRESENTAÇÃO

Turmas: A – D – B = DIA: 04 de junho


Turmas: C – E = DIA: 02 de junho
Dia 11/06 - apresentação das turmas caracterizadas de acordo com a sua seleção - LOCAL: pátio da escola no intervalo.

APRESENTAÇÃO DOS PAÍSES DA COPA DO MUNDO DE 2010

GRUPO 01 – ÁFRICA - turma: C

• África do Sul

• Gana

• Costa do Marfim

• Nigéria

• Camarões

• Argélia

GRUPO 02 – ÁSIA - turma D

• Coréia do Sul

• Japão

• Austrália

• Coréia do Norte

• Nova Zelândia (Oceania)

GRUPO 03 – AMÉRICA DO SUL - turma A

• Brasil

• Paraguai

• Chile

• Argentina

• Uruguai

GRUPO 04 – AMÉRICA DO NORTE - turma E

• México

• EUA

• Honduras

• Mascote da Copa e a Bandeira

GRUPO 05 – EUROPA - turma B

• Inglaterra

• Espanha

• Alemanha

• Itália

• Portugal

• França

NO  BANDER
DEVE CONTER OBRIGATORIAMENTE

Mapa do CONTINENTE e destacando apenas o  país estudado.

Bandeira

Escolher um jogador de destaque da seleção (informar nome, escolaridade e salário)

Pode colocar o nome do técnico.

Informações sobre o país: renda per capita, índice de desemprego, de analfabetismo e mortalidade infantil.

Nome da equipe e turma.

A nota- 8 pontos pelo bander
A caracterização - 2 pontos.

OBS: Dia 11/06 - iremos no intervalo fazer a abertura da Copa e todos devem está caracterizados com as cores ou camisas da sua seleção.

Bom trabalho e boa diversão.

Dri.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

gabarito do TD - história

GABARITO DO TD - HISTÓRIA PARA T-1

Cap. 06
05 - C
06 - C
07 - B
08 - D

CAP. 08
05 - C
06 - D
07 - D
08 - A

CAP. 09
05 - B
06 - C
07 - C
08 - A

GABARITO DO LIVRO DE HISTÓRIA

GABARITO DAS QUESTÕES DE VESTIBULARES - HISTÓRIA

Cap. 06
1 - E
2 - C
3 - C
4 - A

Cap. 08
01 - D
03 - A
04 - A
07 - A
08 - V V V F
09 - F V V F
10 -C
11 - V V F F V

Cap. 09
01 - B
02 - A
03 - A
04 - B
06 - E
08 - C

domingo, 9 de maio de 2010

Resumo do Cap. 09 Renascimento

Capítulo 09 – Renascimento e Humanismo



Ao longo dos séculos XV e XVI muitas sociedades da Europa Ocidental passaram por um processo de renovação da cultura, que ficou conhecido como Renascimento. Foram tempos de inquietação intelectual, agitados por múltiplos questionamentos.

Características da Idade Média

 Teocêntrica (Deus é o centro)

 Eclesiástica (controlado pelo clero)

 Sociedade agrária

 Camponesa


Características do Renascimento

• Urbana

• Burguesa

• Antropocêntrica (o homem é o centro)

O ser humano se redescobre como criatura e criador do mundo em que vive. Isso levou ao racionalismo e ao humanismo.

• Humanismo

Os humanistas viam o ser humano, como a medida de todas as coisas. Acreditavam em Deus, mas também acreditavam na razão como forma de compreender o mundo. Continuavam a ter fé, apenas não colocavam o divino no centro do universo.

• Naturalismo

O estudo sobre a natureza foi alvo das ciências que procuravam entender o seu funcionamento. Não apenas a natureza física, como também a natureza humana.

Ex: a teoria do heliocentrismo, anatomia humana...

• Racionalismo

É fruto do antropocentrismo. A necessidade de uma explicação lógica de métodos que levavam ao estabelecimento de princípios explicáveis pela razão proporcionando grandes mudanças nas ciências modernas.

• Individualismo

O individuo passou a ser parte importante da sociedade e não somente o Estado (classe) que ele pertencia. Com o desenvolvimento do capitalismo o individualismo tornou-se cada vez mais forte.

Resgate da Antiguidade

Influência da arte grega e romana, mas não como uma copia, mas sim como uma referência e a tentativa de fazer simular, ou melhor.

Causas do renascimento

 Renascimento comercial (financiou o renascimento intelectual e artístico);

 Renascimento urbano – crescimento das cidades;

 Ascensão da burguesia – financiou os mecenas;

 Influência dos bizantinos e islâmicos;

 Invenção da imprensa.

 Ação dos mecenas (patrocinadores das artes)

Sistema doméstico: a pessoa rica recebia o artista, este garantia alimentação e moradia.

Sistema de encomenda: trabalho encomendado.

Sistema de mercado: quando o artista tenta vender um trabalho pronto.

Umas séries de condições favoreceram o início do renascimento na Itália entre elas: proximidades com as fontes clássicas, comércio movimentado e competitivo, valorização do individualismo e racionalismo e mecenato.

Alguns Renascentistas:

 Dante Alighieri: autor da Divina Comédia

 Francesco Petracar: foi considerado o pai do humanismo. Obra – O Cancioneiro.

 Giovanni Bocaccio: Decameron

 Giordano Bruno: defendia o heliocentrismo de Copérnico, foi condenado à morte.

 Tommaso Campanella: A cidade do sol.

 Nicolau Maquiavel: O Príncipe. “Não importa os meios, e sim os fins”

 Nicolau Copérnico: derrubou a teoria do geocentrismo. Defendeu o heliocentrismo (o sol é o centro do universo).

 Galileu Galilei: comprovou através de experiências a teoria de Copérnico.

 Leonardo da Vince: Última ceia e Mona Lisa...

sábado, 8 de maio de 2010

Cap. 06 - Civilização Islã - 1o. ano - história

Cap. 06 – A civilização do Islã


A civilização Árabe surgiu a partir da península Arábica. Com clima extremamente seco, cerca de 80% de seu território é constituído de desertos.

• Árabes do litoral: eram povos sedentários que moravam em cidades próximas da costa (Meca e Yatrib). Dedicavam-se principalmente ao comércio, conduzindo as caravanas de camelo.

• Árabes do deserto: eram povos seminômades. Dedicavam-se principalmente a criação de ovelhas, cabras e camelos, além de praticarem saques, cujo produto era repartido entre os membros.



Arábia antes de Maomé

• Eram politeístas

• Em Meca cultuavam a Pedra Negra

• Meca era o centro comercial árabe.



Arábia depois de Maomé

• Maomé fundou o islamismo

• Religião monoteísta

Quando começou a pregar o monoteísmo dizia que ídolos de Caaba deveriam ser destruídos. Maomé foi obrigado a deixar Meca, refugiou-se em Medina (Yathrib), este episódio ficou conhecido como Hégira, fato que marca o início do calendário muçulmano.


Islamismo

A religião islâmica prega a submissão plena do ser humano aos preceitos de Alá, o deus único, criador do universo.

Alguns princípios do islamismo

• Crer em Alá, o único deus, em Maomé, o grande profeta;

• Fazer cinco orações diárias;

• Ser generoso para com os pobres e dar esmolas;

• Cumprir o jejum religioso durante o Ramadã (mês sagrado).

• Ir em peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida.

Corão ou Alcorão

É o livro sagrado dos muçulmanos. No Corão, deus (Alá) é apresentado como o único criador do universo e essencialmente bom e justo. No dia do juízo final, todos os mortos serão julgados pelos seus atos; assim serão enviados para o inferno ou paraíso. Além de preceitos religiosos, também inclui preceitos jurídicos, morais, econômicos e políticos que orientam o cotidiano da vida social.

Sunitas x Xiitas

Sunitas: defendem que o chefe do Estado muçulmano (Califa), deve ter sólidas virtudes morais.

Xiitas: a chefia do Estado muçulmano só pode ser ocupada por um legítimo descendente de Maomé.

Os motivos da expansão

• A necessidade que os árabes tinham em ocupar as terras mais férteis.

• A doutrina do Jihad (esforço de conversão) prometia o paraíso para aqueles que morressem lutando pelo Islã.

• O respeito que tinham pela a cultura e crença dos povos conquistados.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Cap. 06 de sociologia

Capítulo 06 – Sociologia - A Questão do trabalho no Brasil




As primeiras décadas depois da escravidão

A primeira experiência de utilização da força de trabalho legalmente livre e estrangeira foi realizada pelo Senador Vergueiro, fazendeiro de São Paulo que, em 1846, trouxe 364 famílias da Alemanha e Suíça. O sistema adotado foi chamado de colonato, as famílias que aqui chegavam assinavam um contrato nos seguintes termos: o fazendeiro adiantava para o custo de instalação, transporte e sobrevivência dos colonos e suas famílias nos primeiros períodos. O grande problema é que o saldo devedor nunca era quitado, sempre aparecia uma dívida nova e o colono fica preso a terra, assim o contrato passou a ser chamado de parceria do endividamento, gerando um enorme conflito entre todos.



Com o passar dos tempos e o surgimento das indústrias do início a outros tipos de produção:

a) Trabalho indígena: “que ainda tiram seus sustentos da coleta de alimentos na mata”.

b) Trabalhadores de agropecuária: são os que ainda trabalham com enxada e facão e os que utilizam as máquinas de ponta.

c) Trabalhadores empregados em indústrias de transformação ou de produção de bens duráveis ou não duráveis, as nacionais ou internacionais, como também as de fundo de quintal.

d) Trabalhadores dos setores de serviço e de comércio que reúne a grande massa da população. Vendedores ambulantes e os vendedores de lojas.

e) Trabalhadores administrativos em empresas e organizações públicas e privadas.

f) Trabalho infantil.

g) Trabalho escravo que ainda escandaliza o país.



Observe os dados estatísticos conforme IBGE/2004

15% da população trabalhava na indústria

65% da população trabalhava no comércio e serviços

20% da população trabalhava na agropecuária, na caça e na pesca.

Conclusão: no processo de urbanização a agropecuária e a pecuária detém a menor indicie empregatício, o surgimento de oportunidades de emprego nas cidades tira o homem do campo, causando assim muitas vezes mais malefícios do que o benefício.



EMPREGO E QUALIFICAÇÃO

A elevação do nível de escolaridade não significa necessariamente emprego no mesmo nível e boas condições de trabalho. Quantos graduados não exercem sua profissão e fazem serviços alheios a sua formação.

TRABALHO INFORMAL

Inclui indivíduos que desenvolvem, por conta própria, atividades como o comércio ambulante, a execução de reparos ou pequenos consertos, diaristas, serviços de entrega (motoboys), coleta de material reciclável...



DESEMPREGO

Antigo discurso: “O trabalho dignifica as pessoas”.

Paradoxo: Mas se não há emprego para todos, o que se pode fazer?

Quais as causas do desemprego?

1. Falta de qualificação?

2. Falta de oportunidade?

3. Culpa do desempregado que não procura?

4. Culpa do governo?

5. Culpa da sociedade capitalista?

6. Culpa dos benefícios do governo, tais como: Vale leite, bolsa escola...

7. Somos um povo descansado?

8. ??????????????????

A conclusão é sua!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Cap. 05 de sociologia

Resumo do capítulo 05 – O trabalho na sociedade moderna




A divisão do trabalho segundo:

Karl Marx: a divisão do trabalho é realizada no processo de desenvolvimento das sociedades. Com a formação das cidades, houve uma divisão entre o trabalho rural (agricultura e pecuária) e o trabalho urbano.

A divisão social do trabalho numa sociedade gera a divisão de classe.

Mais Valia

Mais-valia é o termo usado para designar a disparidade entre o salário pago e o valor do trabalho produzido. Existem muitos cientistas e pensadores sociais que desenvolveram diferentes vertentes para conceber uma explicação para surgimento e o funcionamento do sistema capitalista. Karl Marx fez uma análise dialética sobre o tema, afirmou que o sistema capitalista representa a própria exploração do trabalhador por parte do dono dos meios de produção, na disputa desigual entre capital e proletário sempre o primeiro sai vencedor. Desse modo, o ordenado pago representa um pequeno percentual do resultado final do trabalho (mercadoria ou produto), então a disparidade configura concretamente a chamada mais-valia, dando origem a uma lucratividade maior para o capitalista.

Émile Durkheim

Procura demonstrar que a crescente especialização do trabalho promovida pela produção industrial moderna trouxe uma forma superior de solidariedade, e não de conflitos.

Para Durkheim, há duas formas de solidariedade, a Mecânica e a Orgânica.

Mecânica: é mais comum em sociedades menos complexas, cada um faz sua parte, estão unidas pelas crenças, costumes, tradições... prevalece naquelas sociedades ditas "primitivas" ou "arcaicas", ou seja, em agrupamentos humanos de tipo tribal formado por clãs. Nestas sociedades, os indivíduos que a integram compartilham das mesmas noções e valores sociais tanto no que se refere às crenças religiosas como em relação aos interesses materiais necessários a subsistência do grupo, essa correspondência de valores assegura a coesão social.

Ex: tribos indígenas.

Orgânica: é fruto da diversidade entre os indivíduos, e não a identidade de crenças e ações. O que as une é a necessidade que uma pessoa tem da outra, em virtudes da divisão de trabalho social existente. De modo distinto, existe a solidariedade orgânica que é a do tipo que predomina nas sociedades ditas "modernas" ou "complexas" do ponto de vista da maior diferenciação individual e social (o conceito deve ser aplicado às sociedades capitalistas). Além de não compartilharem dos mesmos valores e crenças sociais, os interesses individuais são bastante distintos e a consciência de cada indivíduo é mais acentuada.

Fordismo

Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra. Ele adotou três princípios básicos;

1) Princípio de Intensificação: diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado.

2) Princípio de Economia: consiste em reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação.

3) Princípio de Produtividade: aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem. O operário ganha mais e o empresário tem maior produção.

- Estabeleceu jornadas de 8hs, por cinco dólares ao dia.

- Tinha renda suficiente para o lazer, suprir suas necessidades e até adquirir um dos automóveis produzidos na empresa.

Taylorismo

Em 1911, o engenheiro norte-americano Frederick W. Taylor publicou “Os princípios da administração científica”, ele propunha uma intensificação da divisão do trabalho, ou seja, fracionar as etapas do processo produtivo de modo que o trabalhador desenvolvesse tarefas ultra-especializadas e repetitivas. Diferenciando o trabalho intelectual do trabalho manual. Fazendo um controle sobre o tempo gasto em cada tarefa e um constante esforço de racionalização, para que a tarefa seja executada num prazo mínimo. Portanto, o trabalhador que produzisse mais em menos tempo receberia prêmios como incentivos.

Elton Mayo

Buscou medidas que enviassem o conflito e promovessem o equilíbrio e a colaboração no interior das empresas.

Harry Bravermann

Dizia que o Taylorismo tirava do trabalhador o último resquício de saber sobre toda a produção.

David Harvey

Existem duas formas de flexibilização:

a) Processo de trabalho: ocorre com a automação e a conseqüente eliminação do controle manual por parte do trabalhado. Não existe uma tarefa específica. O trabalhador deve estar disponível para adaptar-se às diversas funções existentes na empresa.

b) Flexibilização e mobilidade dos mercados: ocorre quando os empregadores passam a utilizar as mais diferentes formas de trabalho: doméstica e familiar, autônoma, temporária, por hora ou por curto prazo, terceirizada, entre outras.

Sociedade salarial – a dura realidade

As empresas não estão dando mais garantias ao trabalhador.

a) Desestabilização dos estáveis: as pessoas são “invalidadas”, porque estão velhas (40 a 50 anos) e novas para se aposentar. Não tem formação suficiente.

b) Empregos sem garantias são temporários (chamados bicos).

c) Déficit de lugares: Não há postos de trabalho para todos, uns são velhos demais outros novos demais.

d) A qualificação do trabalho: a mão de obra especializada esta em falta.
RESUMO DE HISTÓRIA - CAP. 08 - BAIXA IDADE MÉDIA






Características da Baixa Idade Média

- Declínio feudal - os feudos altamente populosos, pouca área para o plantio e muito lixo, insetos e animais que causavam danos a saúde e conflitos entre: servos x servos e servos x S. Feudal.

- Novas técnica agrícolas - como ex: arado
- Ferradores ( mini - metalúrgica / fabricavam espadas, ferramentas ...)
- Renascimento - das navegações ( devido as cruzadas)
- Renascimento comercial - que antes tinha 80% agrária.
- Principais cidades comerciais que disputavam o mercado consumidor - Génova e Veneza.

* LIGA HANSEÁTICA

- União de cidades para o desenvolvimento do comércio.

* Surge uma nova classe - BURGUESIA
*CORPORAÇÕES DE OFÍCIO ou GUILDAS ou GRÉMIOS
- Associações que tinham como objetivo defender os interesses dos artesãos, regulamentar o exercício da profissão e controlar o fornecimento do produto.

* QUESTÕES RELIGIOSAS
- Carácter religioso e comercial
- Crise do feudalismo
- Decadência do império bizantino
- Reabertura do Mar Mediterrâneo

* AS REFORMAS DA IGREJA
- Papa Gregório VII - combatia o Nicolaísmo ( casamento do clero) - sinomia ( Comércio de bens sagrados).
- A última palavra deveria ser sempre do PAPA - inquestionável!

* QUERELA DAS INVESTIDURAS
- Henrique IV - não aceitou as ordens de Gregório e nomeou o Bispo de Milão.

* CONCORDATA DE WORMS
- Acordo entre Papa Gregório e Henrique IV - para as escolas do clero.
HERESIAS
- Valdenses - criticavam a riqueza da Igreja
- Cátaros - negavam a condição divina de Jesus Cristo
- Surge as ordens dos: Franciscanos (S. Francisco ), Dominicanos (S. Domingos) e a inquisição.
* PESTE NEGRA
- A moléstia provocava uma infecção pulmonar, que geralmente levava a morte. Calcula-se que um terço da população europeia tenha morrido vitimado pela doença.

* GUERRA DOS CEM ANOS

- Entre França e Inglaterra ( 1337 - 1453)
- Causas: a sucessão dinástica e a disputa pela rica região dos Flandes, onde se desenvolveu a manufatura do lã.
- O exercito francês conseguiu expulsar os ingleses de praticamente todo os territórios francês.
- A França centralizou seu poder.